Dia: 10 de dezembro de 2024

  • Como identificar falhas em vasos de pressão e caldeiras?

    Como identificar falhas em vasos de pressão e caldeiras?

    Como identificar falhas em vasos de pressão e caldeiras?

    É um fato consumado a presença desse tipo de instalação na vida de todo cidadão brasileiro, seja alguém atuante no ramo industrial ou não. O fato é que caldeiras e vasos de pressão são equipamentos de pressão amplamente utilizados por quase todos os setores industriais, mas há um em específico que está presente na sociedade para todos os cidadão brasileiros, a indústria alimentícia.

    Dado a importância desse tipo de aparato mecânico para o ramo da alimentação, em especial o frigorífico, há uma norma regulamentadora que rege a segurança de vasos de pressão e caldeiras, a NR-13. Dado isso, é considerado fundamental a verificação constante de tais equipamentos, a fim de encontrar defeitos comuns nos mesmos, dado que a não verificação periódica pode potencializar riscos de acidentes de trabalho, incêndios e até explosões (no caso de caldeiras).

    Falhas comuns em caldeiras e vasos de pressão

    Abaixo é discorrido brevemente sobre os riscos mais frequentes no que se trata de caldeiras e vasos de pressão no setor industrial.

       

        • Corrosão: Tanto caldeiras quanto vasos de pressão são expostos a condições adversas de clima (no caso dos equipamentos externos) ou de trabalho. Nesse sentido, é possível identificar como um dos riscos mais graves a corrosão estrutural em soldas ou interna, causada pela passagem de fluidos diversos, como água e óleo.

         

          • Choque térmico: Por mais que não sejam classificados diretamente como defeitos, são potencializadores de riscos de explosão de caldeiras. Choques térmicos podem ocorrer pela alimentação da caldeira com água fria (ou entrada de água quente em locais frios), bem como quando a caldeira é exposta a frequentes paradas e religamentos sucessivos, expondo os queimadores a potências excessivas. Sob essa perspectiva, percebemos que o choque térmico atua como um atenuador de defeitos estruturais no equipamento, como surgimento de trincas e vazamentos.

           

            • Vazamentos: Esse tipo de defeito pode ocorrer pela falha ou mal colocação de vedação em sistemas de vasos de pressão, o que pode potencializar riscos de explosões (em caso de vazamento de químicos) ou potencializar riscos de acidentes de trabalho. Além disso, a perda do material em curso nos vasos pode acarretar em prejuízos de grande escala a uma linha de produção e à qualidade de um produto.

          Mas qual a relação com o setor de alimentos?

          O setor alimentício possui laços fortes e estáveis com equipamentos de vasos de pressão e caldeiras, sendo usados frequentemente para fervura de algumas bebidas lácteas, alimentos industrializados ou até tanques de armazenamento metálicos, que também são regidos pela NR-13. Já para vasos de pressão, também são muito comuns para a ligação de tubulações de líquidos em alta pressão, usados em processos de fabricação de alimentos.

          Para que esse ramo industrial permaneça ativo e aquecido, a manutenção da segurança de seus maquinários e equipamentos regidos pelas normas técnicas deve ser fundamental. Dado que a não adequação, seja do próprio equipamento ou condições de trabalho, pode causar acidentes de trabalho, que podem acarretar a interdição e multas à responsável pela planta industrial.

          Quer saber mais? Acesse também: Indústria alimentícia e NR-13: Uma análise de necessidade

          Fator Júnior, alguém que entende de segurança!

          Sobre a perspectiva da NR-13 e o setor de alimentos, conte com quem entende em segurança e que já atuou em centenas de projetos de adequação de projetos de segurança, com especialização em NR-12, garantindo um projeto personalizado e de baixo custo para sua empresa . Entre em contato com a Fator Júnior e permita que possamos participar da sua jornada rumo à segurança.


          Confira nossa carta de serviços em segurança: Adequação de NR

           

        • Fator Júnior e a vanguarda no mercado júnior de mecânica

          Fator Júnior e a vanguarda no mercado júnior de mecânica

          Fator Júnior e a vanguarda no mercado júnior de mecânica

          Vanguarda derivada da palavra “avant-garde”, que significa estar na frente, à dianteira de um movimento. Nessa perspectiva, estar na vanguarda do movimento de empresas juniores (empresas formadas nas universidades, sem fins de acumulação de capital, com propósito de desenvolvimento acadêmico) de mecânica significa buscar a inovação, a cooperação do movimento e contribuição com a sociedade brasileira. É nesse posto que é colocado a Fator Júnior. Uma empresa júnior de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI).

          Quem é a Fator Júnior?

          A Fator Júnior foi fundada em 2015 e entre seus 9 anos de história foi marcada por uma história de superação de desafios diversos, desde de sua formação como uma empresa até os dias atuais, bem como uma empresa convencional. Em sua formação, foi preciso o desdobramento de seus fundadores (alunos e professores dos cursos de Engenharia Mecânica e Aeronáutica) para a filiação ao movimento de empresas juniores do Brasil, a Brasil Júnior, estância organizacional nacional.

          Time Fator Júnior durante a 12º Reunião Regional de Empresas Juniores do Sul de Minas

          Fundada com intuito de fornecer serviços de consultoria de engenharia, a Fator Júnior se expandiu para o setor de projetos mecânicos, como modelagem 3D e adequações às normas técnicas. No entanto, não se restringiu à isso e hoje oferece uma gama completa de serviços relacionados à Engenharia Mecânica e suas vertentes (Materiais, Aeronáutica, Energia e afins), que estão listados abaixo:

            • e outros

            A construção de um VANT e a consolidação da Fator Júnior

            Por incrível que pareça, uma equipe formada por alunos da UNIFEI, participantes da Fator Júnior, foi responsável pela criação de um VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) agrícola para o recém criado na época, Sudão do Sul. Um projeto que marcou a trajetória da empresa como um polo de desenvolvimento mecânico de qualidade e reconhecido internacionalmente. Um trabalho que apenas foi possível ser realizado por intermédio do corpo docente da UNIFEI com os representantes sudaneses, demonstrando a importância da universidade na consolidação da Fator Júnior no mercado.

            Foi nesse momento que foi possível notar que a empresa como um todo cumpria o seu papel de empresa júnior. Contribuir com o desenvolvimento da sociedade como um todo, inclusive cumprindo com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas).

            A consolidação da vanguarda

            Após o desenvolvimento triunfal de um equipamento de extrema complexidade, a Fator Júnior foi agraciada com prêmios de sua comunidade de empresas juniores pelo seu representante nacional citado anteriormente, a Brasil Júnior. Esse tipo de conquista demonstra o que os fundadores da empresa já imaginavam colocar no cenário empresarial. Estabelecer a Fator Júnior como uma referência em seus serviços e contribuição social, de modo a atrair maiores investimentos em nossa infraestrutura e, consequentemente, maior qualidade de serviços prestados.

            Nesse sentido, vanguarda como uma palavra com sentido de “luz guia” é resguardada com orgulho pela Fator Júnior durante seus 9 anos de história. Entregando seus serviços com extrema eficiência e qualidade, garantindo sempre a melhor experiência ao nosso consumidor. Sentiu curiosidade sobre nós? Entre com contato pelos nossos meios de comunicação abaixo e permita que a Fator Júnior esteja na vanguarda junto de você e seu negócio.

          • O impacto das universidades na indústria

            O impacto das universidades na indústria

            O impacto das universidades na indústria

            As Universidades são notórias no cenário nacional e internacional pela produção de conhecimento científico, seja em forma de artigos, dissertações e afins. Segundo o National Science Foundation, o Brasil, em 2020, foi o 11º produtor de publicações científicas no mundo todo. 

            No entanto, muitas vezes esse tipo de conhecimento está restrito à esfera das universidades, fundamentalmente nas públicas, concentradoras desse tipo de produção nacional. Mas há diversas outras contribuições das universidades, públicas e privadas, no ramo da industrialização brasileira.

            Incubação de empresas e as universidades

            A incubação de empresas e cooperativas em universidades, fundamentalmente as públicas, atua como um grande vetor de aumento do crescimento industrial nacional. Incubar uma empresa significa auxílio físico (como local), financeiro (subsídio) e até mesmo operacional (como consultorias). Como se a empresa incubada fosse realmente uma espécie de recém nascido em uma unidade neonatal.

            Tendo em vista essa perspectiva, as universidades brasileiras apresentam em grande número instituições público-privadas desse modal. Um bom exemplo é a INCIT (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá), situada dentro do campus da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), responsável pela incubação de empresas de base tecnológica em conjunto com as associações industriais e comerciais da cidade e região. Desse modo, as universidades se conectam com a comunidade para além de seus portões, oferecendo não apenas um espaço de aquisição de conhecimento, mas também um espaço seguro para a inovação.

            Alinhamento com o cenário industrial regional

            A criação de um campus de uma universidade ou até mesmo de um curso de graduação vem com um objetivo elencado em suas motivações de abertura, a contribuição socioeconômica com a sua região. Ou seja, a integração do espaço de ensino com a economia e sociedade regional, de modo a oferecer não apenas mão de obra capacitada, mas também auxílio técnico e inovações para o campo.

            Novamente, um bom exemplo se encontra na região do sul de Minas Gerais com a UNIFEI. Todos os cursos do campus de Itajubá e Itabira são pensados no sentido de contribuir com a economia regional. Um bom exemplo sobre essa ótica é a criação do curso de Engenharia Mecânica-Aeronáutica na UNIFEI de Itajubá. Criado com objetivo de integrar a indústria brasileira de helicópteros da região (a famigerada Helibras).

            Prestação de serviços à comunidade

            No sentido prático e material, a universidade também contribui para a prestação de serviços à comunidade, sejam eles de natureza comercial ou voluntária. No quesito de natureza comercial, esses serviços são feitos pelas instituições por meio das empresas juniores. Empresas que nascem no seio da universidade, mas não é voltada para o acúmulo de capital e sua distribuição entre os funcionários, e sim para a venda de produtos ou serviços para que o dinheiro arrecadado seja reinvestido na educação dos membros da empresa júnior, de modo a introduzir os membros no cenário empresarial ainda na graduação.

            Dentro da perspectiva da Engenharia Mecânica e suas ramificações (aeronáutica, materiais, energia e afins), uma empresa reconhecida no mercado mineiro é a Fator Júnior. Encarregada de prestar serviços com adequações de normas técnicas (NR-12, NR-13 e outras), novos produtos e maquinários e outros tipos diversificados de serviços de engenharia. 

            Sobre essa perspectiva, percebemos uma universidade que se estende para além de seus muros e os estereótipos de produção acadêmica, para a devolução à sociedade como um todo pelo investimento na educação de seus estudantes. Nesse sentido, contar com as universidades, com foco nas instituições federais, para o auxílio em suas práticas industriais e comerciais pode ser vital para o sucesso de sua prática. Para isso, entre em contato pelos nossos meios de comunicação e permita que a Fator Júnior seja participante do seu meio e da sua construção rumo ao sucesso.