Autor: João Pedro

  • A Fator Júnior e o movimento de empresas juniores

    A Fator Júnior e o movimento de empresas juniores

    A Fator Júnior e o movimento de empresas juniores

    Muito se sabe sobre a formação de empresas juniores dentro de ambientes estudantis de nível superior. No entanto, pouco é difundido para sua organização fora das portas de suas salas e instalações. O fato é que na verdade o Movimento de Empresas Juniores (MEJ) vai muito mais além de apenas estudantes atuando como empresários juniores, sendo possível destacar esferas de organização regional, estadual e nacional. Ou seja, um movimento tão bem estruturado como qualquer presente em todas as regiões do Brasil.

    MEJ e suas ramificações nacionais

    Como dito anteriormente, uma empresa júnior ela não atua como um organismo solitário em um grande mercado, mas sim atua como um organismo complexo, apoiado por instituições de ensino, organizações regionais, estaduais e nacionais, compondo de modo concreto, um verdadeiro movimento de empresas juniores. No caso brasileiro, é possível destacar três pilares da estrutura do movimento:

    • Representação nacional: Fundamentada pela instituição intitulada de Brasil Júnior, é considerada nossa representação em âmbito nacional perante ao mercado sênior, de modo a alinhar diretrizes do movimento como um todo, além de estabelecer parcerias institucionais com o governo brasileiro e parcerias privadas.
    • Representação estadual: São as determinadas federações, em que cada estado brasileiro com presença de empresas juniores possui sua representação. Para fins de foco, a FEJEMG (Federação de Empresas Juniores de Minas Gerais) é a maior federação do tipo em todo o planeta, com mais de 100 empresas filiadas ao seu escopo, cuidando fundamentalmente do suporte de gestão e técnico para as agremiações regionais do estado.
    • Representações regionais: Sendo denominadas de núcleos, se separam por regiões chaves de um estado e se pautam fundamentalmente no auxílio de primeira linha às suas empresas juniores associadas. Um bom exemplo é o Núcleo Sul de Empresas Juniores, que cuida da região do Sul de Minas, onde a Fator Júnior se encontra. O núcleo se pauta principalmente no apoio em eventos e criação de conteúdos úteis, como treinamentos aos membros de empresas.

    MEJ e a Fator Júnior

    Como foi explicado, o movimento é muito mais do que apenas diversos CNPJ’s espalhados pelo país. É uma organização fundamentada em diversas representações regionais, estaduais e nacionais que permitem que as empresas juniores sejam capazes de ter a prospecção necessária para atingir cada vez mais nichos de mercado, podendo impactar cada vez mais estratos da sociedade.

    Logo, a Fator Júnior se mostra tão confiável como qualquer outra empresa no mercado, não apenas por apresentar vantagens no sentido financeiro e comercial de suas demandas, mas também por ser amparada em suas decisões e políticas por órgãos que vão muito além de nosso local de trabalho. Se quiser saber mais, acesse nossa página principal e entre em contato conosco para que seja possível a sua caminhada rumo ao sucesso, em conjunto com a Fator Júnior.

  • Como funciona uma empresa júnior como a Fator Júnior?

    Como funciona uma empresa júnior como a Fator Júnior?

    Como funciona uma empresa júnior como a Fator Júnior?

    A organização denominada de empresa júnior faz parte de um movimento internacional que teve início na década de 60 na Escola Superior de Ciências Econômicas e Comerciais na França, onde logo após a formação da primeira empresa júnior do mundo (Junior Essec Conseli), o Movimento de Empresas Juniores (MEJ) foi estabelecido no Brasil e hoje é regulamentado por lei própria, a Lei Nº 13.267.

    Seu propósito

    Por ser uma empresa gerida por estudantes de universidades e faculdades, o propósito de uma empresa júnior é atuar como um complemento à formação do estudante, de modo a trazer um determinado grau de vivência empresarial para dentro dos campus universitários. Como metáfora, uma empresa júnior atua de uma forma análoga a de um hospital universitário para o estudante de medicina. Trazer o conhecimento formal de um curso de graduação (como a engenharia) para um ambiente que seja possível a contribuição com a sociedade como um todo.

    No entanto, empresas juniores se diferenciam de maneira bastante óbvia com os hospitais universitários, a geração de lucro. Enquanto hospitais universitários atuam no âmbito de aplicação dos conhecimentos na prática hospitalar e a contribuição social direta, uma empresa júnior (dependendo de seu serviço oferecido) oferece a capacidade de auxiliar no desenvolvimento econômico de uma região, a geração de lucro pelos serviços oferecidos e a captação de seus membros associados para as habilidades exigidas pelo mercado de trabalho.

    Mas muito se engana quando se pensa que a empresa júnior possui uma distribuição desses lucros entre seus membros. A relação estabelecida com as empresas juniores e seus ditos funcionários é de voluntariado. Logo, todo o faturamento de uma empresa júnior atua no sentido de reinvestir em seus membros, seja pela compra de cursos, presença em palestras, eventos e afins

    Mas e Fator Júnior?

    A Fator Júnior oferece serviços no ramo de engenharia mecânica, mecânica aeronáutica, materiais e energia, com intuito de oferecer serviços com relação a adequações de segurança, novos produtos, maquinários, análises estruturais, análises de materiais e outros. Dessa forma, a Fator Júnior atua como uma empresa júnior focada em auxiliar o desenvolvimento econômico e industrial da região de seu polo estudantil, o Sul de Minas Gerais, onde é localizado a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), “berço” da Fator Júnior.

    Acesse também: Fator Júnior e a vanguarda no mercado júnior de mecânica

    No momento da publicação deste conteúdo, a Fator Júnior conta com a participação de 35 membros, graduandos dos cursos de engenharia de produção a engenharia mecânica, separados em três setores detalhados abaixo:

    • Setor de vice-presidência: Encarregado de atividades administrativas da empresa, como financeiro e gestão de pessoas.

    • Setor comercial: Distribuído em setor de vendas e comunicação, se encarrega da captação de novos clientes.

    • Setor de projetos: Com responsabilidade do desenvolvimento das demandas recebidas pelo time comercial.

    Benefícios de contratar uma empresa júnior, bem como a Fator Júnior

    Por mais que empresas juniores não sejam tão bem estabelecidas no mercado como as convencionais, o ramo júnior possui algumas vantagens com relação ao mercado convencional. A maioria destas está pautada na segurança de estar sediada em ambiente estudantil (podendo contar com a estrutura da faculdade ou universidade para o desenvolvimento de demandas) e nos preços extremamente competitivos com relação a diferentes nichos de mercado.

    Nesse sentido, a Fator Júnior também se vale dessas vantagens e outras mais para você e sua demanda. Situada em uma universidade federal de renome nacional (a UNIFEI), conta com o apoio dos melhores acadêmicos disponíveis em suas áreas de pesquisa, além de aparatos técnicos de ponta, utilizado nas melhores indústrias nacionais e internacionais, tudo isso a um preço extremamente justo e competente. Conheça mais sobre nossa trajetória e entre em contato conosco para fazermos parte da sua jornada rumo ao sucesso!

  • Como evitar riscos de explosões em caldeiras?

    Como evitar riscos de explosões em caldeiras?

    Como evitar riscos de explosões em caldeiras?

    Caldeiras são maquinários fundamentais para a indústria em geral, em específico para o setor alimentício, que utiliza esse tipo de instrumento para fervuras e fermentações de seus produtos. Nesse sentido, é sempre fundamental garantir que esse tipo de serviço seja sempre garantido com a maior segurança possível, inclusive evitando o maior risco, no sentido de magnitude, a explosão da caldeira.

    Para se ter uma ideia desse tipo de acidente, segundo estatísticas oficiais do Ministério do Trabalho, para trabalhos com CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica) 2522, que inclui o trabalho com caldeiras, tem um indicador de que para cada 1000 acidentes de trabalho do gênero, aproximadamente 28 acidentes resultam incapacitações temporárias. Além disso, há uma magnitude de grande escala também no sentido material, dado que a explosão pode assumir proporções devastadoras para a planta industrial também.

    Em vista do risco humano e estrutural, é de suma importância a devida atenção aos potencializadores de riscos de explosões, visando sempre mitigar esses processos por meio da inspeção técnica e adequação à sua norma de segurança vigente, a NR-13

    Acesse também: Indústria alimentícia e NR-13: Uma análise de necessidade

    Como funciona uma caldeira?

    Segundo a definição presente na legislação do trabalho atual, uma caldeira é “são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos pertinentes, excetuando-se refervedores e similares”. Ou seja, são responsáveis pelo fornecimento de calor pelo aquecimento da água por uma fonte de calor, de modo a armazenar vapores de água que serão utilizados por diferentes processos. Dentro da indústria alimentícia, pode ser usado para o aquecimento de líquidos a serem fermentados, por exemplo o leite.

    Componentes de uma caldeira

    Sua função só é possível com os componentes corretos. Estes são:

    • Queimador: Atua de maneira semelhante a de uma vela em um motor automotivo. Consiste no componente que dá início à combustão do combustível utilizado como fonte de calor
    • Câmara de combustão: Por ser feita de algum metal altamente condutor de calor, a câmara (que armazena o queimador), atinge temperaturas de centenas ou milhares de graus, o que permite o aquecimento da água, produzindo vapor.
    • Trocador de calor: Responsável pelo aumento de eficiência da caldeira, o trocador de calor funciona da seguinte forma: transferir calor do fluido mais quente para o mais frio por condução de calor.
    • Sistema de circulação de água: Feito por bombas centrífugas, permite o fluxo de água pela caldeira. Por meio desse sistema, será possível a circulação de água e do condensado.

     

    Como evitar riscos de explosões em caldeiras

    Tendo em vista o funcionamento e seus componentes, uma caldeira tem seus riscos potencializados, principalmente o de explosão, pela corrosão interna ou externa dos vasos ou recipientes da caldeira, levando a um enfraquecimento estrutural. Mas não apenas isso, a qualidade da água também pode aumentar esse risco, dado que uma água com alta concentração de sais pode aquecer de maneira mais acentuada e mais rápido com relação ao tempo.

    No entanto, os riscos podem ser potencializados até mesmo antes do uso, na etapa de fabricação de uma caldeira. Por exemplo, a escolha equivocada dos metais da caldeira, como uma escolha de aço inadequado, ou prolongamento excessivo dos vasos de pressão, operação em marcha forçada e outros.

    Saiba mais sobre em: Como identificar falhas em vasos de pressão e caldeiras?

    Fator Júnior, alguém entende do assunto

    Para evitar esse tipo de ocorrido, que pode levar à danos irreparáveis com a vida de seus funcionários e a estrutura de sua indústria, conte com a Fator Júnior! Possuindo mais de 9 anos de experiência com adequações de segurança, a Fator Júnior pode solucionar sua demanda para mitigar riscos de explosão. Entre em contato conosco e permita que a Fator Júnior seja não apenas sua guardiã, como também guardiã de seus empregados e sua indústria. 

  • Como identificar falhas em vasos de pressão e caldeiras?

    Como identificar falhas em vasos de pressão e caldeiras?

    Como identificar falhas em vasos de pressão e caldeiras?

    É um fato consumado a presença desse tipo de instalação na vida de todo cidadão brasileiro, seja alguém atuante no ramo industrial ou não. O fato é que caldeiras e vasos de pressão são equipamentos de pressão amplamente utilizados por quase todos os setores industriais, mas há um em específico que está presente na sociedade para todos os cidadão brasileiros, a indústria alimentícia.

    Dado a importância desse tipo de aparato mecânico para o ramo da alimentação, em especial o frigorífico, há uma norma regulamentadora que rege a segurança de vasos de pressão e caldeiras, a NR-13. Dado isso, é considerado fundamental a verificação constante de tais equipamentos, a fim de encontrar defeitos comuns nos mesmos, dado que a não verificação periódica pode potencializar riscos de acidentes de trabalho, incêndios e até explosões (no caso de caldeiras).

    Falhas comuns em caldeiras e vasos de pressão

    Abaixo é discorrido brevemente sobre os riscos mais frequentes no que se trata de caldeiras e vasos de pressão no setor industrial.

       

        • Corrosão: Tanto caldeiras quanto vasos de pressão são expostos a condições adversas de clima (no caso dos equipamentos externos) ou de trabalho. Nesse sentido, é possível identificar como um dos riscos mais graves a corrosão estrutural em soldas ou interna, causada pela passagem de fluidos diversos, como água e óleo.

         

          • Choque térmico: Por mais que não sejam classificados diretamente como defeitos, são potencializadores de riscos de explosão de caldeiras. Choques térmicos podem ocorrer pela alimentação da caldeira com água fria (ou entrada de água quente em locais frios), bem como quando a caldeira é exposta a frequentes paradas e religamentos sucessivos, expondo os queimadores a potências excessivas. Sob essa perspectiva, percebemos que o choque térmico atua como um atenuador de defeitos estruturais no equipamento, como surgimento de trincas e vazamentos.

           

            • Vazamentos: Esse tipo de defeito pode ocorrer pela falha ou mal colocação de vedação em sistemas de vasos de pressão, o que pode potencializar riscos de explosões (em caso de vazamento de químicos) ou potencializar riscos de acidentes de trabalho. Além disso, a perda do material em curso nos vasos pode acarretar em prejuízos de grande escala a uma linha de produção e à qualidade de um produto.

          Mas qual a relação com o setor de alimentos?

          O setor alimentício possui laços fortes e estáveis com equipamentos de vasos de pressão e caldeiras, sendo usados frequentemente para fervura de algumas bebidas lácteas, alimentos industrializados ou até tanques de armazenamento metálicos, que também são regidos pela NR-13. Já para vasos de pressão, também são muito comuns para a ligação de tubulações de líquidos em alta pressão, usados em processos de fabricação de alimentos.

          Para que esse ramo industrial permaneça ativo e aquecido, a manutenção da segurança de seus maquinários e equipamentos regidos pelas normas técnicas deve ser fundamental. Dado que a não adequação, seja do próprio equipamento ou condições de trabalho, pode causar acidentes de trabalho, que podem acarretar a interdição e multas à responsável pela planta industrial.

          Quer saber mais? Acesse também: Indústria alimentícia e NR-13: Uma análise de necessidade

          Fator Júnior, alguém que entende de segurança!

          Sobre a perspectiva da NR-13 e o setor de alimentos, conte com quem entende em segurança e que já atuou em centenas de projetos de adequação de projetos de segurança, com especialização em NR-12, garantindo um projeto personalizado e de baixo custo para sua empresa . Entre em contato com a Fator Júnior e permita que possamos participar da sua jornada rumo à segurança.


          Confira nossa carta de serviços em segurança: Adequação de NR

           

        • Fator Júnior e a vanguarda no mercado júnior de mecânica

          Fator Júnior e a vanguarda no mercado júnior de mecânica

          Fator Júnior e a vanguarda no mercado júnior de mecânica

          Vanguarda derivada da palavra “avant-garde”, que significa estar na frente, à dianteira de um movimento. Nessa perspectiva, estar na vanguarda do movimento de empresas juniores (empresas formadas nas universidades, sem fins de acumulação de capital, com propósito de desenvolvimento acadêmico) de mecânica significa buscar a inovação, a cooperação do movimento e contribuição com a sociedade brasileira. É nesse posto que é colocado a Fator Júnior. Uma empresa júnior de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI).

          Quem é a Fator Júnior?

          A Fator Júnior foi fundada em 2015 e entre seus 9 anos de história foi marcada por uma história de superação de desafios diversos, desde de sua formação como uma empresa até os dias atuais, bem como uma empresa convencional. Em sua formação, foi preciso o desdobramento de seus fundadores (alunos e professores dos cursos de Engenharia Mecânica e Aeronáutica) para a filiação ao movimento de empresas juniores do Brasil, a Brasil Júnior, estância organizacional nacional.

          Time Fator Júnior durante a 12º Reunião Regional de Empresas Juniores do Sul de Minas

          Fundada com intuito de fornecer serviços de consultoria de engenharia, a Fator Júnior se expandiu para o setor de projetos mecânicos, como modelagem 3D e adequações às normas técnicas. No entanto, não se restringiu à isso e hoje oferece uma gama completa de serviços relacionados à Engenharia Mecânica e suas vertentes (Materiais, Aeronáutica, Energia e afins), que estão listados abaixo:

            • e outros

            A construção de um VANT e a consolidação da Fator Júnior

            Por incrível que pareça, uma equipe formada por alunos da UNIFEI, participantes da Fator Júnior, foi responsável pela criação de um VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) agrícola para o recém criado na época, Sudão do Sul. Um projeto que marcou a trajetória da empresa como um polo de desenvolvimento mecânico de qualidade e reconhecido internacionalmente. Um trabalho que apenas foi possível ser realizado por intermédio do corpo docente da UNIFEI com os representantes sudaneses, demonstrando a importância da universidade na consolidação da Fator Júnior no mercado.

            Foi nesse momento que foi possível notar que a empresa como um todo cumpria o seu papel de empresa júnior. Contribuir com o desenvolvimento da sociedade como um todo, inclusive cumprindo com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas).

            A consolidação da vanguarda

            Após o desenvolvimento triunfal de um equipamento de extrema complexidade, a Fator Júnior foi agraciada com prêmios de sua comunidade de empresas juniores pelo seu representante nacional citado anteriormente, a Brasil Júnior. Esse tipo de conquista demonstra o que os fundadores da empresa já imaginavam colocar no cenário empresarial. Estabelecer a Fator Júnior como uma referência em seus serviços e contribuição social, de modo a atrair maiores investimentos em nossa infraestrutura e, consequentemente, maior qualidade de serviços prestados.

            Nesse sentido, vanguarda como uma palavra com sentido de “luz guia” é resguardada com orgulho pela Fator Júnior durante seus 9 anos de história. Entregando seus serviços com extrema eficiência e qualidade, garantindo sempre a melhor experiência ao nosso consumidor. Sentiu curiosidade sobre nós? Entre com contato pelos nossos meios de comunicação abaixo e permita que a Fator Júnior esteja na vanguarda junto de você e seu negócio.

          • O impacto das universidades na indústria

            O impacto das universidades na indústria

            O impacto das universidades na indústria

            As Universidades são notórias no cenário nacional e internacional pela produção de conhecimento científico, seja em forma de artigos, dissertações e afins. Segundo o National Science Foundation, o Brasil, em 2020, foi o 11º produtor de publicações científicas no mundo todo. 

            No entanto, muitas vezes esse tipo de conhecimento está restrito à esfera das universidades, fundamentalmente nas públicas, concentradoras desse tipo de produção nacional. Mas há diversas outras contribuições das universidades, públicas e privadas, no ramo da industrialização brasileira.

            Incubação de empresas e as universidades

            A incubação de empresas e cooperativas em universidades, fundamentalmente as públicas, atua como um grande vetor de aumento do crescimento industrial nacional. Incubar uma empresa significa auxílio físico (como local), financeiro (subsídio) e até mesmo operacional (como consultorias). Como se a empresa incubada fosse realmente uma espécie de recém nascido em uma unidade neonatal.

            Tendo em vista essa perspectiva, as universidades brasileiras apresentam em grande número instituições público-privadas desse modal. Um bom exemplo é a INCIT (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá), situada dentro do campus da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), responsável pela incubação de empresas de base tecnológica em conjunto com as associações industriais e comerciais da cidade e região. Desse modo, as universidades se conectam com a comunidade para além de seus portões, oferecendo não apenas um espaço de aquisição de conhecimento, mas também um espaço seguro para a inovação.

            Alinhamento com o cenário industrial regional

            A criação de um campus de uma universidade ou até mesmo de um curso de graduação vem com um objetivo elencado em suas motivações de abertura, a contribuição socioeconômica com a sua região. Ou seja, a integração do espaço de ensino com a economia e sociedade regional, de modo a oferecer não apenas mão de obra capacitada, mas também auxílio técnico e inovações para o campo.

            Novamente, um bom exemplo se encontra na região do sul de Minas Gerais com a UNIFEI. Todos os cursos do campus de Itajubá e Itabira são pensados no sentido de contribuir com a economia regional. Um bom exemplo sobre essa ótica é a criação do curso de Engenharia Mecânica-Aeronáutica na UNIFEI de Itajubá. Criado com objetivo de integrar a indústria brasileira de helicópteros da região (a famigerada Helibras).

            Prestação de serviços à comunidade

            No sentido prático e material, a universidade também contribui para a prestação de serviços à comunidade, sejam eles de natureza comercial ou voluntária. No quesito de natureza comercial, esses serviços são feitos pelas instituições por meio das empresas juniores. Empresas que nascem no seio da universidade, mas não é voltada para o acúmulo de capital e sua distribuição entre os funcionários, e sim para a venda de produtos ou serviços para que o dinheiro arrecadado seja reinvestido na educação dos membros da empresa júnior, de modo a introduzir os membros no cenário empresarial ainda na graduação.

            Dentro da perspectiva da Engenharia Mecânica e suas ramificações (aeronáutica, materiais, energia e afins), uma empresa reconhecida no mercado mineiro é a Fator Júnior. Encarregada de prestar serviços com adequações de normas técnicas (NR-12, NR-13 e outras), novos produtos e maquinários e outros tipos diversificados de serviços de engenharia. 

            Sobre essa perspectiva, percebemos uma universidade que se estende para além de seus muros e os estereótipos de produção acadêmica, para a devolução à sociedade como um todo pelo investimento na educação de seus estudantes. Nesse sentido, contar com as universidades, com foco nas instituições federais, para o auxílio em suas práticas industriais e comerciais pode ser vital para o sucesso de sua prática. Para isso, entre em contato pelos nossos meios de comunicação e permita que a Fator Júnior seja participante do seu meio e da sua construção rumo ao sucesso.